quarta-feira, 20 de maio de 2009

Isla la Tortuga ou Uau!!!





Uau!!!
Se nos perguntássemos nesse fim de semana um sinônimo para essa expressão, certamente poderíamos dizer Isla la Tortuga.
Afinal de contas, acordar às 4 da manhã, enfrentar 5 horas de barco e ainda ter restrição para água de banho, faria qualquer um soltar um "uau!" assombrado...
O capitão (e toda a tripulação) do yate que alugamos para chegar à ilha (que fica a 93Km da costa) ao contar a alguém como o Pedro passou (MUITO!!!!) mal durante todas as 5 (!!!) horas de viagem, faria com certeza o ouvinte dizer: "uau, coitado..."
Mas a verdade é que quando pensamos em Isla la Tortuga e dizemos "uau!" pouco lembramos dessas coisas.
O que vem mesmo logo à cabeça é uma areia branca, branca, daquelas bem fininhas, que quando a onda vem, quase nem se move.
Aliás essa é umas das explicações para essa cor de mar. Um verde claro com partes mais escuras por causa dos corais.
Um mar tão lindo, mas tão lindo, se que nós não estivéssemos estado lá juraríamos que tem photoshop na foto.
A ilha é deserta, só uns poucos pescadores com base de pesca e muitos yates de gente com muito din, din que desfruta dessa maravilha quase intocada.
E foi nessa vida mansa, na praia mais linda que já vi na vida, que passamos dois dias com muita comida boa (lagosta super fresca!), cadeira, guarda sol e caipirinha à beira mar...
Não podemos negar que a viagem é longa, que o cansaço é grande, mas que ver uma coisa tão linda assim faz mesmo a gente acreditar que têm coisas que realmente não tem preço.
Pra quem se animar, já sabe: é só vir nos visitar ;-)

Foto1: nós na maior mordomia, ever!
Foto2: água cristalina, sem nenhum grão de areia... a água do mar parecia mineral, juro!
Foto3: os meus verdes olhando o verde do mar... Fino!
Foto 4: o pedro no maior relax...

domingo, 10 de maio de 2009

Madres




Hoje é o primeiro dia que passo longe da minha mãe - no dia dela.
É estranho, quando se está longe, é quase como se o dia não existisse. Nossa rotina não muda, não compramos presentes, não tem almoço especial.
Por aqui segue tudo em paz. Aos poucos vamos ajeitando velhos problemas e fazendo planos e planos para conhecer tudo.
Ontem fomos almoçar num japonês fantástico...
Depois passamos em uma galeria de arte que nos fez voltar para casa pedindo ao mundo um dia a chance de ter tantas coisas bonitas na nossa vida como as que vimos na loja.
Fim de semana, quando a gente não viaja, são dois dias de papo pro ar... Vídeos de adestramento para o nosso pequeno e Mc Donald's às três da manhã (adoro!!).
E assim a semana segue e o tempo voa!


ps1: pedro + mammy no dia que exibimos nosso 'sonho inacreditável' no cinema.
ps2: ale (super ruiva) + mamilis no solar
ps3: ale + bebê lindo (hoje ele faz um mês com a gente :D )

segunda-feira, 4 de maio de 2009

El Temblor

















Foi nessa madrugada que nós realmente experimentamos o significado dessa palavra - Temblor.
Mas também poderíamos usá-la para adjetivar boa parte dos nossos dias nas últimas duas semanas.
Bem, durante toda a semana retrasada o Pedro esteve doente (chegaram até a suspeitar de dengue), mas por fim diagnosticamos uma infecção na garganta que o levou aos 39º mais que uma vez.
Na semana passada foi a minha vez. Ainda não estou bem, mas amanhã (depois da segunda consulta com o médico) espero realmente melhorar (amém!).
Mas como já é sabido, nós perdemos a saúde, mas não uma oportunidade de sair por aí saracoteando, como diria minha mãe (ai, que horror! hehehehe).
Sexta fomos conhecer um restaurante super fofo/moderno/cosmopolita (amo!!), lá conversamos sobre futuro, tomamos un trago (yo fresa con champagne, fina!) e tiramos a segunda foto.
Do lado direito está o nosso bebê... Ele está crescendo rápido, deixando de ser bebê e virando moleque, com travessuras e tudo o que tem direito - un temblor animal!
Nessa foto o Arnold está em um de seus melhores momentos: deitado no sofá, bem quentinho, enrolado numa coberta... ai, ai, ai...
Voltando ao Temblor, ontem teve um terremoto aqui na Venezuela. Era de madrugada e acordamos com o tremor. O abalo foi forte, 5.3 na escala - como vocês podem ver no link da matéria (é só clikar no título do post).
Estamos todos bem. Nós, nossas coisas e toda a gente. Além do susto e do friozinho na barriga (para nós que não estamos acostumados) no pasó nada además de esto.
Ficamos sabendo que aqui na Venezuela é muito comum esses tremores, há pouco mais de um mês houve um, mas estávamos em Isla Margarita e só ficamos sabendo depois.
Também descobrimos que a zona onde moramos é a mais sísmica da Venezuela, onde os tremores são mais fortes.
Bom, pelo menos já sabemos que de falta de "movimento" não poderemos nos queixar :-)


ps: O Arnold vibrou muito com o título do Corinthians ontem... Nós seguimos na torcida pela Libertadores (que é bem melhor, vamos combinar...), eu pelo São Paulo, Pedro pelo Palmeiras, os dois pelo Caracas, uuuhhhuuu